Renováveis e território
A transição é necessária, mas cada projeto ocupa solo, cruza habitats e altera relações locais.
A transição é necessária, mas cada projeto ocupa solo, cruza habitats e altera relações locais.
A nuvem depende de edifícios, chips, redes, eletricidade, água e sistemas de refrigeração.
Da cava aos rejeitados, a pressão percorre água, energia, biodiversidade e décadas de recuperação.
Animais, alimentação, água, metano, uso do solo e cadeias globais formam uma pressão sistémica.
Excertos das análises mais detalhadas deste hub, com fontes e casos nomeados.
Em Santarém e Cartaxo (2021–2023), mais de 200 sobreiros foram abatidos — abate denunciado ao SEPNA/GNR segundo Quercus, JN, O Mirante e Expresso.
Ver os casos documentados →
Para a ZERO, a corrida aos parques solares está a ocupar áreas com relevância ecológica e a destruir manchas florestais importantes para o sequestro de carbono (Público, dez. 2020).
Ler mais →
Segundo a IEA (Energy and AI), a procura de eletricidade da computação está a crescer a um ritmo que a rede ainda está a tentar acompanhar.
Ver o gráfico →Projetos, decisões e evidência sobre renováveis e território, impacto digital e IA, mineração e pecuária industrial.
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